Manter uma folha de horas simples em 5 minutos por semana
Uma folha de horas serve para uma coisa: poder dizer, sem hesitar, quantas horas trabalhou, quando e em quê. Evita esquecimentos no fim do mês e discussões sobre uma semana de que já ninguém se lembra.
O que deve conter
Para cada dia de trabalho, bastam quatro informações:
- a hora de início e a hora de fim;
- a duração das pausas;
- o projeto, o cliente ou o local, se tiver vários;
- uma nota curta quando algo sai do habitual (deslocação, prevenção, horas noturnas).
O total do dia e o da semana calculam-se a partir destes dados. Não é preciso copiá-los à mão: é aí que surgem os erros.
Preenchê-la no dia a dia
O mais fiável é registar as suas horas no próprio dia, em dois toques, em vez de reconstituir a semana na sexta-feira à noite. Alguns hábitos ajudam:
- Mantenha um dia tipo (por exemplo, 9h00 – 17h00 com 1 hora de pausa) e corrija apenas o que muda.
- Anote de imediato o que for invulgar: uma hora a mais, uma pausa encurtada.
- Reveja a semana uma vez, no último dia, antes de a partilhar.
Partilhá-la com o seu responsável de equipa
Enviar uma folha de cálculo todas as semanas funciona, mas um calendário partilhado só de leitura é muitas vezes mais simples: o seu responsável de equipa vê os seus horários atualizados sem ter de lhe pedir nada, e não os pode alterar.
No Hourlane, o cenário «Enviar as minhas horas ao meu responsável de equipa» cria esse calendário e guia-o na partilha. Os valores de remuneração nunca aparecem nele. Para uma equipa inteira, consulte também a oferta Equipa.
Em resumo
Uma boa folha de horas é curta, preenchida no próprio dia e calculada automaticamente. O resto — totais, horas extraordinárias, exportações para o processamento salarial — decorre daí.